Vela e Lamparina

As velas e as lamparinas que se acendem são símbolos do nosso espírito e da nossa alma, que devemos acender com a chama celeste. Quando os tivermos acendido, também poderemos acender outros espíritos e outras almas à nossa volta, tal como acontece nas igrejas na manhã de Páscoa. Cada fiel tem uma vela na mão; o sacerdote começa por acender um círio, o oficiante mais próximo, que o assiste, acende nele o seu; depois, um a seguir ao outro, cada fiel acende a sua vela na de quem está ao seu lado. Assim, dir-se-ia que o fogo, passando de mão em mão, está em andamento, até que a igreja fica cheia de uma imensidão de pequenas chamas. Numa Escola Iniciática, nós aprendemos a acender o nosso espírito e a nossa alma no fogo divino. E, depois de os termos acendido, alimentamos continuamente a sua chama, para que outros espíritos e outras almas possam vir acender-se também nesse fogo. MESTRE OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV

segunda-feira, 7 de maio de 2018

A Pequena Alma e o Sol









Deliciem-se com este video (basta clicar no título )


PARTILHAS do Coração:

"... Ninguém é melhor que ninguém, apenas uma centelha do todo, a unidade. ... Diáriamente é testada a nossa vibração, através das emoções. Estarmos atentos aos pensamentos e sentimentos é um exercício diário para conseguirmos ser positivos e ser uma Luz. Que a Chama que vai à frente do nosso caminho, jamais se apague, iluminando todos os Seres..." Fernanda Coelho

"... surgiu-me imediatamente este encadeamento de palavras:escoha---> comprometimento ---> Encarnação/esquecimento  ---> missão ---> gratidão ---> luz/relembrar .. Tudo fica acordado/afinado, com muito amor, entre (os) seres amorosos de luz. O verdadeiro desafio é que com a encarnação vem o esquecimento:  de quem somos, o que combinamos, porque estamos na terra. Aqui se faz o caminho em que uns tentam tentam chegar à luz e outros não têm esse "despertar"..." Carmen Pamplona

" ... Que história tão bonita! ... Quando nos experimentamos neste mundo dual, nesta escola, vida após vida esquecemos quem somos, donde viemos e para o que viemos, mas essa centelha divina, oo potencial de expressarmos todas essas qualidades, formas de luz esta lá... Muitas vezes são os acontecimentos mais dolorosos que nos fazem mudar, compreender os nossos padrões, as nossas crenças limitadoras e seguir no caminho evolutivo, daí a importância de aceitarmos todas as nossas partes desde a mais luminosa à mais sombria ...  " Lara Rodrigues

"... Ao ler esta história surgiu-me o Namastê e o significado desta reverência.
A sabedoria implícita na saudação em sânscrito - "Namastê" - é absolutamente bela e profunda: "O Deus que habita o meu coração reverencia e reconhece o Deus que habita o teu coração". Quando dita e sentida desde a alma, a expressão "Namastê" reflete um profundo respeito e atitude de humildade diante do ouro, Não se trata, no entanto, de um respeito qualquer, que olha o outro com ar de superioridade e uma arrogante tolerância pelas atitudes "estranhas" do outro.
É uma atitude de encantamento e alegria pelo processo do outro, uma reverência que nasce na humildade de que o nosso ritmo não superior nem inferior ao do outro - apenas diferente.  ..." Susana Guedes


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